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Marketing 1 a 1 só com a tecnologia correta

Marketing 1 a 1 só com a tecnologia correta | Blog da Marketing2go

Marketing 1 a 1

Desde o início dos anos 90 se fala em Marketing 1 a 1. O conceito é antigo, mas se concretizava muito pouco. A questão é que hoje, a possibilidade dos profissionais de Marketing impactarem seu público de forma personalizada é real, devido ao desenvolvimento massivo da tecnologia. Foi um salto quântico, por assim dizer. Saímos do envio de comunicação me massa para o direcionamento de mensagens de acordo com cada perfil, cada necessidade e/ou desejo. Lógico que ainda há empresas que tentam fazer suas campanhas de maneira menos elaborada e minuciosa; o que acontece é que os resultados também são… menos visíveis. Marketing 1 a 1 só com a tecnologia correta.  

Dito isso, é necessário perceber que essa possibilidade ajudou a gerar o conteúdo como experienciamos hoje. Pense: antigamente (não tão distante assim), a chamada "grande mídia" era "dona"da informação. Não era plausível pensar em uma pessoa, sozinha, gerando conteúdo. Do que quer que fosse. Era imaterial, irrelevante. Bem, pode ser que muito do atual conteúdo ainda seja, mas algo mudou. O interesse mudou. A disponibilidade de informação mmudou. A de canais também. E isso ajudou a moldar uma nova forma de necessidades e desejos. 

A proliferação da informação nos tornou mais conscientes (em certos casos), mas de forma geral, mais exigentes, no que se refere a consumo. Essas três realidades, juntas, modaram nossa percepção do que deveria ser esse "novo mundo ideal". O Marketing –  agora digital, gerou novas disciplinas. Marketing Digital, Marketing de Conteúdo, Inbound Marketing. Surgiram blogs, mídias sociais e uma infinitude de outros canais/meios sem os quais não conseguimos mais viver e nos relacionar. Bem, quase isso.

Leia abaixo como cada uma delas ajudou, conjuntamente, a moldar nosso universo digital hoje.

Disponibilidade de informação 

O fato de os prospects estarem no controle do processo de compra força Marketing a ser mais relevante para o seu público, de forma a engajá-lo ao longo do ciclo de compra. Exceto por algumas grandes marcas, Marketing costumava ser secundário para a grande público corporativo. Outros tempos.

As empresas costumavam ter a vantagem da informação assimétrica sobre a maioria dos clientes. Podiam ditar o processo de Vendas, fazer propaganda com a certeza de que os elevados "custos de busca" poderiam dissuadir a maioria dos compradores de procurar pelas melhores opções no mercado. Quais eram as fontes de informação dos compradores? Propaganda, vendedores e as vezes poucos relatórios restritos a poucos produtos.

O comprador não tinha uma visão isenta. A web mudou isso, dando um poder sem precedentes aos clientes. As empresas mais espertas, então, mudaram a forma de se comunicar, dando mais ênfase no Inbound Marketing (atração), e menos ênfase no Outbound Marketing (interrupção).

Com o big data, tudo está disponível: quantidades enormes e mais profundas de dados – demográficos, comportamentais e contextuais de clientes.

Disponibilidade de canais de comunicação 

Uma das consequências do mundo na era digital foi uma explosão de novos canais pelos quais podemos nos conectar com as pessoas. Os canais de comunicação se tornaram fragmentados. Cada um deles possui uma dinâmica própria e técnicas específicas. Com isso, foi preciso criar equipes específicas para cada tipo de canal, o que pode provocar distorções, pois a visões nem sempre são convergentes.

Além disso os processos de Marketing não são mais lineares. Podem ser compostos de vários pequenos ciclos rápidos com necessidade de feedback, além da existência crescente dos números de canais que são diretamente endereçáveis e podem ser personalizados.

Marketing precisa ser ágil, em tempo real.

Experiência do Comprador 

Qualquer interação que um cliente tem com sua empresa é um serviço que proporciona uma experiência. Além de disponibilizar informações, a web disponibiliza aplicativos. As experiências com a marca tendem a ser cada vez mais no meio digital. Para um número crescente de empresas, as aplicações online são o próprio negócio.

A experiência do cliente, mais do que nunca, é o envolvimento com a marca. Os clientes não necessariamente reconhecem interações distintas com diferentes pontos de contato da empresa; eles veem como uma experiência contínua e holística com a empresa. Portanto, se o objetivo é ter uma grande marca, é preciso entregar grandes experiências em todas as fases ao longo do ciclo de compra do cliente – desde o primeiro clique ou ponto de contato até a fidelização e recompra.

Está ocorrendo uma revolução em Marketing.

O back office de Marketing – suas operações internas – costumava ser não mais complexo do que planilhas do Excel e um banco de dados de endereços. Hoje, inclui CRM, gerenciamento de conteúdo, Automação de Marketing, análise preditiva, testes e ferramentas de otimização, plataformas de gerenciamento de dados, uma infinidade de aplicações personalizadas e bancos de dados baseados na nuvem. Dentro de uma década ou mais, Marketing deixou de ser uma das funções menos dependentes de para se tornar uma das funções de negócio mais dependentes de tecnologia.

Marketing está ficado cada vez mais complexo, e essas tendências implicam na necessidade de convergência, eliminando silos criados pelas primeiras gerações de profissionais de Marketing digital.

As equipes agora, ao invés de serem divididas por tipo de mídia, são divididas por segmentos ou por fases do ciclo de compra. Essas equipes centradas no cliente também podem ser apoiadas por serviços centralizados como operações de Marketing e tecnologias de Marketing (sistemas de Automação de Marketing) – que se comportam mais como polos abertos do que silos fechados.

Sistemas de Automação de Marketing (SAM) são plataformas abrangentes que executam um conjunto das principais funções de Marketing, podendo também ser integradas com outras ferramentas pontuais necessárias.

Os SAMs registram diferentes dados dos clientes, como quem ele é, o que ele está fazendo, em que ele está interessado. Em seguida, interpreta estes dados e começa a ajudar os profissionais de Marketing a orquestrar as atividades em todos os canais e determinar o tipo de experiência mais adequada para cada lead/cliente, incluindo interações personalizadas em cada ponto de contato. Além disso, há também análises projetadas para ajudar com atividades como atribuição, otimização e segmentação.

Quando utilizadas com uma metodologia correta, estas plataformas permitem que se crie programas de Geração de Demanda, levando a experiência do comprador a outro nível, o que se traduz em maior engajamento, retenção, ticket-médio, vendas e, obviamente, lucratividade.

 

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