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De Gutenberg a Zuckerberg muita coisa aconteceu

gutzuck

Antes do primeiro cartucho

Gutenberg oficialmente criou a imprensa – um embrião do que é hoje – por volta de 1439, com a invenção de um processo de produção em massa de tipo móvel e a utilização de tinta à base de óleo, o que permitiu a produção em massa de livros impressos de forma economicamente rentável para gráficas e leitores.

Considerando os séculos que passaram, o sprint final na evolução deu-se nos últimos 40 anos, por assim dizer. O homem finalmente conseguiu maior domínio da tecnologia em diversas áreas e aplicações e, obviamente, os processos de marketing e comunicação não poderiam ter ficado de fora.

Nos meios físico ou digital vemos soluções importantes e cada vez mais inovações – hoje contamos com impressoras 3D – podemos construir casas a custo razoável, contamos com software livre, com o Arduíno, a plataforma de hardware livre. O ambiente é colaborativo, boa parte das pessoas têm acesso à informação, passando pelos motores de busca e pelas plataformas online disponíveis para publicação.

Hoje, todos podem ser autores, criadores. Cada um à sua maneira: textos a obras, objetos, aplicativos, música e negócios.

Com a evolução dos meios, evoluíram também as mensagens, as formas de se comunicar, de escrita e a própria compreensão do público. Houve adequação, gerada pela necessidade de meios e mensagens mais eficazes. Era preciso. Mandatório.

E o Kico?

A questão que queremos abordar com essa introdução é que sua empresa pode não ter se dado conta que, apesar de estar fisicamente no ano de 2014, mentalmente pode ainda estar nos anos 70. Ou 80. Talvez 90?

Who cares?

Mesmo que esteja nos anos 2000, se não estiver – no mínimo, executando as melhores práticas – em um mundo onde o ambiente de negócios muda a cada atualização de software, meu amigo, sua empresa está em maus lençóis. Em péssimos lençóis. Pode ainda não saber, ou fingir que não sabe. Mas que está, está.

Por que? Simples: com a mudança gradual do meio, o entendimento e as percepções mudam. Mudam as necessidades, mudam as exigências e então, o que parecia satisfazer seus clientes não está mais na sua empresa. Na sua cultura. Está no concorrente, a um click de distância.

“Mas sempre terão mercados que sobreviverão; menos permeáveis. Os profissionais hoje no comando terão tempo para se atualizar”. Mercados menos permeáveis. Sim, certamente. Tempo para se atualizar em outros mercados? Sorry, not really…

Esses profissionais estão morrendo sem perceber. E com isso perdendo a lealdade de seus clientes e deixando oportunidades passarem. Fundamentalmente, estão perdendo o lifetime value gerado por cada um de seus clientes. O futuro da empresa? Nada bom.

Mantendo a competitividade

Muitos executivos não se dão conta que para continuarem competitivas neste novo mundo, as empresas precisam mudar – adotar novas diretrizes, e, principalmente, formas de pensar e agir: novas posturas.

Como as empresas são, basicamente, pessoas, o processo de transição quase nunca é rápido ou suave: o mantra de aprender com os próprios erros parece não funcionar; é sempre mais fácil insistir em algo conhecido. Infelizmente – e para desespero desses executivos, esse algo conhecido está cada vez menos produzindo resultados. Vamos falar do processo de vendas – “tiradores de pedido” ou “vendedores consultivos”.

Quem é da área de Vendas sabe: o mercado não tem mais tempo para eles. Está cada vez mais difícil conseguir agendar uma reunião com um cliente. Pior ainda com um prospect. Além de termos ficado craques em barrar contatos indesejados – estamos em reunião, viajando, ocupados etc. – como foi dito anteriormente, a postura mudou. As necessidades e exigências mudaram.

Hoje, queremos comprar no nosso ritmo. Como for mais conveniente para nós. Quando estivermos prontos, ou, em uma palavra: maduros. Uma vez que processo de compra migrou para a internet, mais de 70% da “jornada do comprador” é feita online e a responsabilidade criar um funil para capturar a atenção e engajar os compradores durante toda essa fase não é mais de Vendas. É de Marketing.

Marketing precisa capturar, nutrir, qualificar e engajar os leads durante todo o processo de pesquisa durante a jornada do comprador. Se não fizer isso, a fase de proposta nunca chegará para o vendedor. Pode ser até que seja chamado para apresentar uma proposta, mas apenas para compor um determinado número.

Sua empresa, serviços e produtos já não foi uma das verdadeiramente selecionadas durante a fase de pesquisa. Não estava disponível com informação pertinente, útil e que solucionava os problemas do comprador. Não se tornou referência. Portanto, não venderá. Simples assim. Que pena.

Enquanto esses executivos mantém as expectativas altas – e as velhas posturas, hábitos e métodos, esperando resultados, estes resultados a cada dia ficam mais difíceis de serem conseguidos. O poder, enfim, mudou de mãos. Quem não adequar a maneira de se comunicar – com essa nova audiência, sob novas regras, vai ficar fora do jogo. Competitividade? Difícil de imaginar.

Mas a mudança é mais trabalhosa que difícil, como já dissemos. Basta vontade. Determinação e, fundamentalmente, coragem de implementar os processos necessários. Sim, porque essa mudança deve ser baseada em 4 pilares: processos, pessoas, conteúdo e tecnologia. Sem os quatro trabalhando juntos, é praticamente impossível alcançar os objetivos desejados.

Parece difícil? Não é. Basta ter vontade de mudar.

Se sua empresa ainda está na época de Gutenberg, dê uma virada nesse jogo. Fale com a 2getmarketing2go. Mudamos o comportamento dela – de Gutenberg a Zuckerberg – em 90 dias.

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2 comments… add one
  • Ótima reflexão. Certas redes passam por um processo de resignificação, adiar esse entendimento pode se tornar grave.
    Sinto-me grato por seu texto, parabéns.

    Reply
    • Olá Magno,

      Obrigado pelo comentário. Tentamos mostrar que muitas empresas se encontram em situação periclitante, mas sequer se dão conta disso. Mas o tempo chega para todos, e não será diferente para elas. Há um caminho a seguir – trabalhoso, porém efetivo. Basta querer, como finalizei…
      Abraços e sinta-se em casa!

      Reply

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